Daniel Afonso foi quarto no Open de Barcelos

Barcelos acolheu mais uma edição do Open Internacional daquela cidade nortenha. A prova, que decorreu no passado sábado, foi palco de interessantes combates, com atletas de elevado nível técnico de táctico em prova.

A AAUAv, como é habitual, marcou presença na prova.

Daniel Afonso, que competiu na categoria de -60Kg, foi o atleta da AAUAv que ficou mais perto do pódio ao conquistar o 4º lugar final na sua categoria. Com combates bem disputados, a distracção no se segundo combate, ditou o afastamento do pódio, relegando-o para o 4º lugar final.

Jorge Duque era quem representava a cor dos estudantes na categoria de -81Kg. Com muito a provar, depois de um Universitário abaixo do seu nível, cedo se percebeu que um dia mau não pode acontecer todos os dias. Com combates onde o seu objectivo era fazer o maior número de ataques, o estudante não defraudou, conquistando o 9º lugar final.

A acompanhar os atletas esteve António Costa. “O Daniel distraiu-se e foi-lhe fatal para chegar ao pódio. Mesmo assim, contra atletas melhor classificados no ranking nacional, mostrou que está no caminho certo, com muitos e eficazes ataques que colocaram em sentido os seus adversários. O Jorge Duque tinha que mostrar que sabe competir fazendo ataques e não esperando só pelo contra ataque. O plano para a prova era que ele fizesse o maior número de ataques, nem que saísse de lá de dentro de gatas, mas tinha que atacar a cada oportunidade. Ele demonstrou que sabe atacar, sendo dos atletas, certamente, que mais ataques fez por combate disputado. Se para o Daniel o pódio era um objectivo, para o Duque a classificação não tinha relevo para nós, mas sim os seus ataques. Saimos daqui felizes e com a certeza que estamos no caminho certo”.

Mas António Costa também foi atleta em prova. A representar o Vianense, foi com um percurso imaculado que chegou à final, após vencer todos os combates por Ippon (pontuação máxima). NA final, contra um atleta muito forte da AAC que já representou Portugal nos Jogos da Lusofonia, António Costa não se intimidou e levou a medalha mais “valiosa” para casa. “Eu vim para rodar. Estou a preparar o Europeu de Veteranos em Junho na Croácia, e necessito de competir. Esta prova não estava nos objectivos, no inicio do ano, mas com a certeza de ir ao Europeu passou a ser uma forma de treinar. Queria testar várias coisas, que correram bem, outras não tive oportunidade de testar. Com o Pedro Cruz, n final, o combate foi muto equilibrado e podia ter caído para qualquer lado. Felizmente fui eu a gahar. Mas o Pedro é muito forte, e ajudou-me muito na preparação para o Europeu”.