«Os meus companheiros ajudaram-me muito na adaptação»

Lucas Palma chegou a Portugal, mais concretamente a Aveiro, no final de 2016 e cá, tal como lá, decidiu jogar futebol federado. Encontrou no SC Beira-Mar o seu clube adoptivo. 

Atleta dos Juvenis A do clube aveirense, Lucas, médio centro, fala da sua adaptação ao clube, da sua experiência, da carreira da equipa e das suas perspectivas individuais. 

Como é que surgiu a oportunidade de jogares no SC Beira-Mar?

Já não jogava há algum tempo, mas logo que vim para Portugal, fui procurar alguns clubes onde pudesse jogar e optei pelo BeiraMar por ser um clube que meu pai já conhecia de nome. Com a ajuda do coordenador Rui Neves, foi tudo rápido e ao fim de uma semana já estava a treinar com os iniciados do Beira-Mar.

Como foi a adaptação ao clube?

A minha primeira temporada no clube foi mais para a adaptação. O treinador José Guilherme deu-me um grande apoio e os meus companheiros de equipa também me ajudaram bastante nessa fase. Era convocado poucas vezes para os jogos, mas quando isso acontecia, tinha alguns minutos de jogo, mas fui mais aproveitado nos torneios de final de temporada. Já nos Juvenis, continuei a esforçar-me nos treinos, tive oportunidades de jogar a titular nas jornadas da segunda volta e marquei oito golos na temporada.

Já jogavas futebol no Brasil?

Desde os meus seis anos que joguei sempre futebol, embora não jogasse em clubes federados como aqui em Portugal. Até meu último ano no Brasil, ainda joguei futebol de 7 numa das escolas de formação do Corintians.

Este ano fazes parte da equipa A do SC Beira-Mar que disputa a primeira divisão distrital. Como está a correr a temporada, tanto ao nível coletivo como individual?

Ao nível coletivo, no inicio da temporada não estivemos muito bem, porém, tivemos fizemos um grande progresso e tivemos um grande número de vítórias. Quanto ao aspecto individual, esta é uma temporada em que não tive quase nenhuma oportunidade de mostrar meu futebol. Não fui convocado em vários jogos e quando sou, tenho entrado poucos minutos.  Mas continuo a treinar forte para, quando receber uma oportunidade, mostrar que tenho potencial para jogar.

Como te defines como jogador?

Sou um jogador que joga na posição do meio campo, esquerdino e as minhas maiores qualidades são a finalização, visão de jogo e precisão no passe.

Ambicionas ser jogador profissional?

Ambiciono isso. Treino para tentar alcançar esse objetivo, mas caso não consiga, tenho outros objetivos para cumprir.